CRÍTICA DO IMPERIALISMO E DA REFORMA CURRICULAR BRASILEIRA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: EVIDÊNCIA HISTÓRICA DA IMPOSSIBILIDADE DA LUTA PELA EMANCIPAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA DESDE A ESCOLA DO ESTADO

Rosa Maria Corrêa das Neves (Fiocruz) e Cláudia Piccinini (UFRJ)

Resumo: A publicação da Base Nacional Comum Curricular que pretende alcançar a educação básica brasileira é parte de reformas contemporâneas que expressam interesses e modo de ação de monopólios brasileiros. Esse evento contribui para desnudar o equívoco teórico e prático que reivindica a escola nacional do Estado burguês como disputável, pela via democrática, numa direção emancipadora da classe trabalhadora, no sentido marxista do termo, ou seja, revolucionária. A investigação específica que fundamenta nossa análise sobre a BNCC iniciou em 2015, com a coleção de posições, através da qual concluímos que seu autor tem sido o Movimento Pela Base, associação de
grupos empresariais brasileiros cuja natureza somente pudemos decifrar, recorrendo a análise de Lênin, publicada em 1917, sobre o capitalismo, em sua fase contemporânea – Imperialismo, fase superior do capitalismo.

Palavras chave: imperialismo. monopólio. escola do Estado. internacionalismo proletário.

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